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O Gatil do Castelo Azul foi criado em 2005, depois de me ter apaixonado por esta raça maravilhosa. Realmente, o gato Chartreux pode ser a melhor companhia do mundo. Quando o conhecemos é impossível viver sem um ou mesmo mais. O meu objectivo é criar gatinhos de qualidade, saudáveis, equilibrados e perfeitamente sociáveis. Esta raça é conhecida pelo seu sorriso enternecedor, é um gato silencioso e discreto, menos falador que a maioria dos felinos, mas muito ronronante, sendo que raras vezes se ouve miar. Aliás, quando o faz e se espera um miar forte, apenas se ouve um som minúsculo e delicado. Bastante calmo e extremamente tolerante, é muitissímo dedicado e apegado à sua família, demonstrando um enorme carinho e simpatia. É também sociável, simpático e adapta-se rapidamente às mudanças. É um gato que necessita de muito espaço para se exercitar, pois adora correr pela casa sempre na brincadeira com o seu dono ou com um simples brinquedo. Para ele, um pouco de exercício frenético a um ritmo alucinante, pelo menos uma vez por dia é mais do que suficiente para se sentir o gato mais feliz e alegre do mundo. Adora naturalmente, chamar a atenção e ser acariciado mas não gosta de se sentir preso. O seu pêlo curto, fofo e lanudo é muito macio. A cor é cinza-azulada e pode variar entre cinzento mais claro ou mais escuro, sendo que deve ser uniforme desde a raiz. O brilho do pêlo é percebido através das pontas prateadas, mas não deve apanhar muito sol, pois pode ficar com reflexos acastanhados, o que não é aconselhável. Com um corpo forte, robusto e porém musculoso, o Chartreux é um gato extraordinário. Sou sócia do Clube Português de Felinicultura (CPF), membro da Federação Internacional Felina (Fife), do Portugal Cat Club (PCC) e do Club du Chat des Chartreux em França, de onde é originária a raça. Desejo-lhe uma agradável visita pelo meu site e não hesite em contactar-me para qualquer esclarecimento, respono com o maior prazer. O bom criador é aquele que jamais terá mais animais para |
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A 29 de Novembro de 2011 certifiquei-me no Pawpeds General Course G1 - Cat Ownership, da conceituada Pawpeds Academy. Os conteúdos do curso G1 que dura 6 semanas, são: Esta é a lista de alunos certificados no G1 da Pawpeds Academy. |
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A história da raça Chartreux mais parece uma lenda. Reza a lenda, que os seus antepassados chegaram a França por mar, vindos provavelmente da antiga Síria e Irão e, trazidos pelos cavaleiros que regressavam das Cruzadas. Diz a história que o Chartreux viveu e recebeu este nome dos monges Carthusian da França e talvez tenha compartilhado com eles o famoso licor de Chartreuse. Porém, uma recente pesquisa indica que por causa da aparência de lã da sua pelagem, ele recebeu o mesmo nome de uma lã espanhola muito conhecida no princípio do século XVIII. A presença desta raça já era documentada desde o século XVI e era reconhecida pela sua textura e cor do pêlo sem igual. Contudo, o seu percurso até aos dias de hoje não foi fácil, uma vez que esteve quase em extinção, pois durante os séculos XVIII e XIX a sua pelagem e carne foram comercializados, pois o seu manto lanudo e fofo era muito apreciado. Costumava ser criado por causa de seu incomparável pêlo aveludado, o que o fazia alcançar um preço elevado. No entanto, na década de 1920, a raça diminuiu numericamente, mas felizmente sobreviveu graças aos esforços de duas freiras atraídas pelos gatos cinzas-azulados que vagueavam pelos terrenos do hospital em Belle-Ile-sur-Mer. Cristine e Suzanne iniciaram, então, a reprodução selectiva da raça adoptando um casal de chartreux que vivia na ilha, Marquise e Coquito. Estes gatos formaram o núcleo do seu programa de criação e uma das gatinhas da primeira ninhada, Mignonne de Guerveur foi a primeira gata chartreux a obter o título de Campeã Internacional. Foi considerada "a gata mais estética da exposição do Cat Club de Paris" em 1931 e os seus descendentes foram Campeões ou Campeões Internacionais. Em 1939 foi reconhecido o primeiro standard da raça de Chartreux e o famoso gato azul de França passou a ser mais conhecido e representado na Europa Ocidental. No decorrer da 2ª Guerra Mundial, alguns criadores tentaram salvar a raça da extinção, acabando por fazer cruzamentos de gatos azuis com ou sem pedigree, e especialmente British Blue e Persas, para refinaram a tradicional raça francesa. A Fife em 1970, agrupou o Chartreux e o British Blue no mesmo standard, e finalmente depois da contestação de pessoas com paixão pela raça Chartreux, que provaram as diferenças estruturais e morfológicas entre as duas raças foram separadas definitivamente. Jean Simonnet (presidente honorário do Club du Chat des Chartreux), apurou a raça e publicou em 1972 um livro intitulado " Étude sur le chat des Chartreux ", sendo que em 1977 o standard do gato Chartreux foi renovado pela Fife. |
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Normalmente, os machos são diferentes das fêmeas, sendo muito maiores e atingem a maturidade mais tarde. A textura, a cor do pêlo e a cor dos olhos estão relacionados com o sexo, a idade e os factores naturais. São bastante fortes, saudáveis, inteligentes, amáveis e sociáveis, o que lhes facilitou a sobrevivência ao longo dos séculos. -/- Cabeça e Pescoço: Orelhas: Olhos: Corpo e Cauda: Pernas e Pés: Manto: Penalizações: Cor: As listas fantasmas são permitidas nos gatinhos bebés assim como as riscas na cauda dos jovens com menos de dois anos. Outras raças cujo cruzamento é permitido com o Chartreux: Nenhuma. |
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O Azul é a cor do céu, do espírito e do pensamento. Simboliza a lealdade, a fidelidade, a personalidade e subtileza. Simboliza também o ideal e o sonho. É a mais fria das cores frias. O Azul escuro, é considerada uma cor romântica, talvez porque lembre a cor do mar ou a noite, no entanto é uma cor que se associa a uma certa falta de coragem ou monotonia, é o caminho para o devaneio. A cor azul está relacionada ao elemento água e remete-nos para a natureza, quer seja no céu ou no mar. Palavras chaves da cor azul: estabilidade, profundidade, lealdade, confiança, sabedoria, inteligência, fé, verdade, eternidade. Azul escuro: conhecimento, o mental, integridade, poder, seriedade. |
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O Chartreux é um gato dócil, afectuoso, amável, brincalhão, com uma forte personalidade e muito independente. Com o seu olhar doce e pêlo lanudo, cativa qualquer um logo no primeiro instante. Apresenta algumas qualidades típicas de um cão, seguindo o seu dono para onde quer que ele vá e acompanhando-o nos momentos mais alegres e nos mais tristes, também. Demonstra, assim a sua enorme devoção e carinho, podendo ressentir-se bastante numa ausência prolongada do dono. É um amigo fiel e um óptimo guardião. Apesar da sua aparência calma é dotado de uma extrema inteligência e não dispensa uma bela caçada. É muito silencioso e sensível, pois não gosta de demonstrar os seus sentimentos e raras vezes se ouve miar. É o gato menos falador de todas as raças, mas em contrapartida, contempla-nos com os seus eternos e constantes ronrons. É por isso conhecido como o gato ronronante. Demonstra grande afectividade pelo seu dono, manifestando a sua felicidade e alegria. Mas, cuidado. É um gato que prefere sofrer em silêncio e por isso o seu dono deve estar sempre atento. E, mesmo no veterinário não deixa de ronronar. Gostam de viver num ambiente calmo, são bastante tolerantes e sociáveis. Mas, não gostam de ruídos estranhos e barulhos altos, por isso, é de evitar discussões junto deste gato, pois pode ficar assustado. Normalmente, nestas situações opta por retirar-se do local, pois prefere fazê-lo a tornar-se agressivo. Um amor de gato! |
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O Chartreux é um gato de pêlo curto e grosso, que requer pouca manutenção, mas é necessária alguma atenção para que a sua apresentação seja exemplar, pelo que: deve escovar-se pelo menos uma vez por semana, o que para além retirar os pêlos mortos, contribui ainda para uma uniformização da cor do manto do seu gato e evita a formação de bolas de pêlo no estômago. As suas orelhas requerem especial atenção, pois têm uma segregação auricular maior do que a maioria dos gatos. É aconselhável que as orelhas sejam limpas uma vez por semana, primeiro com um lenço de papel e depois com um cotonete. A alimentação varia de acordo com as fases de vida de um gato. Quando este é jovem, necessita de um suplemento proteíco encontrado em rações de boa qualidade para gatinhos. O gato Chartreux tem um desenvolvimento diferente dos outros gatos e apenas atinge a maturidade perto dos quatro anos de idade, pelo que este tipo de alimentação deve ser administrada até mais tarde. Se o gato for castrado, tiver pouco actividade ou uma idade já avançada, deve-se dar um alimento menos rico, de forma a não ficar obeso. Têm tendência para gengivites, daí a necessidade de ingerirem alimentos secos. Em alguns Chartreux os dentes incisivos de leite não caiem, pelo que logo que nascem os definitivos é preciso arrancá-los. Instintivamente procura o tabuleiro para as suas necessidades, preferencialmente, utilize uma areia aglomerante, que facilita a limpeza e torna possível ter uma casa de banho asseada e sempre fresca. É um gato robusto e saudável mas precisa de ir ao veterinário para fazer os seus check-ups regulares e limpeza (destartarização) periódica dos dentes. |
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Antigo Egipto No Antigo Egipto, uma das deusas mais populares era Bastet, Filha de Rá, o Deus do Sol, a qual aparecia com corpo de mulher e cabeça de gato. Bastet era a deusa do fogo e dos gatos que defendia o prazer, a alegria, a música e a cura. Está também associada à maternidade, à fertilidade e à beleza. Era invocada nos períodos de dificuldade e o seu culto era um dos mais difundidos no Antigo Egipto, protejendo com carinho todos os felinos e todas as pessoas que os amam e os tratam bem. A palavra mau que se assemelha a um miado, significava gato no Antigo Egipto. A imagem do gato está bastante associada à religião egípcia, pois os egípcios acreditavam que os deuses que adoravam podiam tomar o aspecto de um gato quando tinham intenção de lhes transmitir ordens ou presságios. Sentidos Os gatos são muito sensíveis e podem mesmo ouvir até 65 KHz, enquanto que um Homem ouve apenas até 20KHz. Manekineko O manekineko, é um amuleto no Japão sendo representado por uma imagem de um gato com uma das patas erguidas. Como são os gatos afinal hoje em dia São independentes |
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Provérbios Populares Gato escaldado de água fria tem medo Ditados Populares Uns gatos pingados |
British Blue VS Chartreux VS Russian Blue |
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Apesar de se confudirem, estas três raças têm características bastante distintas, que felizmente são fáceis de identificar pelos diferentes critérios determinados para cada uma. O Chartreux diferencia-se do British Blue essencialmente pela sua cor que vai do cinza ao cinza-azulado e pela sua pelagem lanuda. O nariz também é mais longo e recto que o do British Blue, que tem o nariz um pouco curvo e os olhos são menos acobreados. O Chartreux tem a cabeça em forma de trapézio invertido, enquanto que a do British Blue é em forma de maçã, bastante mais redonda. As orelhas são altas e bem implatadas no alto da cabeça, enquanto que as do British Blue são mais pequenas e afastadas. O seu corpo é relativamente mais longo, assim como a sua cauda, por seu lado o British Blue tem um corpo menos longo e a sua cauda é mais curta e grossa. Por sua vez, o Russian Blue tem uma cabeça menos arredondada e os seus pêlos são prateados na extremidade, de um azul luminoso e o manto é mais fino, em comparação com o do Chartreux que é mais denso e lanudo. Tem olhos verdes esmeralda ligeiramente oblíquos, sendo que os do Chartreux são cor de ouro. O Chartreux tem um corpo forte e robusto, com patas não muito altas e o Russian Blue é um gato mais elegante, com um corpo mais esguio, bem mais fino, de patas altas e grandes orelhas. Todas estas raças têm características físicas e temperamentais distintas e não devem ser, naturalmente, confundidas com o Chartreux, o gato ronronante. O Chartreux é a vedeta indiscutível deste trio azul, desde há muito tempo e a sua postura ilustre proporciona-lhe este merecido êxito. |
** Última actualização em 18 de Dezembro de 2011 ** |
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